domingo, 22 de agosto de 2010

Cerimónia de Reconhecimento a antigos actores de Teatro Amador no concelho de Tabuaço

Teve lugar no passado dia 18 de Junho de 2010, no Auditório do Centro de Promoção Social de Tabuaço, uma Cerimónia de Reconhecimento, pelo TEATRAÇO – Grupo de Teatro Amador de Tabuaço, a antigos actores que desenvolveram a meritória arte de Teatro Amador no concelho de Tabuaço.

Pela importância que teve na vida cultural do concelho, quer para todos os intervenientes quer para os homenageados que ainda puderam estar presentes entre nós, publicamos neste blogue o texto da apresentação, que esteve a cargo do signatário, acompanhado pelas fotos de D. Isabel Neves que gentilmente as cedeu para este efeito, para a qual deixamos aqui um agradecimento público em nome do TEATRAÇO:

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Senhor Presidente da Câmara Municipal de Tabuaço

Senhores Vereadores da Câmara Municipal de Tabuaço

Senhora Secretária da Assembleia Municipal de Tabuaço

Senhores membros do TEATRAÇO

Ilustres Convidados

Minhas Senhoras e meus Senhores

Começamos por agradecer o convite e a oportunidade de podermos proferir algumas palavras nesta cerimónia de Reconhecimento a antigos actores de Teatro Amador no concelho de Tabuaço.

Estamos perante um acto público que é de louvar, principalmente quando a sua iniciativa parte de uma Associação sem fins lucrativos como é o TEATRAÇO, que, como temos vindo a observar nos últimos dois anos, tem permitido a todos os tabuacenses, e não só, saborear momentos únicos através do Teatro, não só como actividade lúdica mas, também, como elixir de civilização.

Abrimos um pequeno parêntesis para vos falar do TEATRAÇO, Grupo de Teatro que nasceu a partir de uma ideia de Manuela Martins, consciente da tradição do Teatro no concelho de Tabuaço. Depois da apresentação em Tabuaço da peça "O Senhor das Flores", protagonizada pelo conhecido actor brasileiro Beto Coville, actualmente encenador do TEATRAÇO, este aceitou o desafio para se formar um grupo de teatro em Tabuaço. No entanto, a ideia não bastou, teve que nascer e tornar-se real a vontade de as pessoas assumirem este compromisso.

A primeira peça trabalhada e levada à cena foi "As Preciosas Ridículas", de Molière, em 2008. Seguiu-se “O Sótão dos Fantasmas”, peça infantil, adaptada por Beto Coville a partir da obra de Maria Clara Machado e, depois, “Precisa-se de Um Cadáver”, comédia em 3 actos de José Augusto Correia Varela, jornalista português, a qual acabámos de saborear neste palco.

Actualmente encontra-se em preparação, para estrear no próximo dia 3 de Julho, a peça “Hotel de Livre Câmbio”, dos franceses Georges Feydeau e Maurice Desvalliers.

Estar e fazer parte do TEATRAÇO tem sido um compromisso de entrega e, muitas vezes, de "sacrifício" por parte dos seus membros. A entrega é tal que os ensaios das peças que levam a palco são feitos todos os dias e os cenários e vestes são pensados e concretizados por elementos do grupo.

Mas, o que é o Teatro? Dizem os entendidos que o termo Teatro deriva do grego Theaomai, com o sugestivo significado de olhar com atenção, perceber, contemplar. Ao teatralizarmos um texto, estabelecemos a ligação entre a imaginação, o público e os actores, donde resultará uma miríade de sensações capazes de galvanizar a mente dos intervenientes, fazendo surgir a sede de mais saber, de mais cultura.

Podem os actores ser profissionais de carreira ou simples amadores que, por Amor à sua terra e de molde a crescerem interiormente e a desenvolverem o seu intelecto e a sua sede de melhor viver, emprestam o seu corpo e a sua mente a interpretar personagens que nos fazem rir ou chorar, que nos transmitem sentimentos e ideias, que nos fazem, em suma, pensar.

Desde tempos imemoriais que se representa em Tabuaço. Antigamente e atendendo à raiz fortemente católica das nossas freguesias, era comum que, em determinadas alturas do ano, os paroquianos representassem autos da Paixão de Cristo ou da Virgem, bem como da Natividade.

Por vezes, a temática deixava de ter uma génese de raiz cristã, para, com laivos de paganismo, fazer divertir o povo nas praças das nossas aldeias em noites de descanso da intensa labuta do dia, relembrando, quiçá, os textos teatrais de Gil Vicente.

Não obstante, é possível respigar que, desde meados do séc. XIX, em Tabuaço, já como sede de um concelho mais vasto do que o das suas origens, os seus munícipes puderam vangloriar-se de possuir um dos mais antigos teatros do Distrito de Viseu, graças à família Macedo Pinto e a outros muitos curiosos e amantes das artes do espectáculo. Falo-vos daquele edifício que, na actualidade, apesar de desactivado, ainda nomeamos como Teatro Luís de Freitas, em homenagem a um antigo Presidente de Câmara que muito incentivou as artes teatrais.

Porém, hoje e aqui, é intenção do TEATRAÇO relembrar os nomes daqueles que, sendo meros amantes das artes teatrais, nos divertiram, bem como a nossos pais e avós, durante o séc. XX.

O TEATRAÇO, após intensa pesquisa, conseguiu reunir informação sobre a actividade de teatro amador em quatro freguesias do concelho.

No entanto, é sentimento do TEATRAÇO que, por mais profunda que fosse a busca, muitos nomes de actrizes, actores e encenadores se encontram já esquecidos pela voragem dos tempos. É para esses anónimos cujo nome se não conseguiu identificar que pedimos, em primeiro lugar, uma salva de palmas.

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Barcos

Na freguesia de Barcos a actividade de Teatro Amador teve início por volta do ano de 1954. Durante este tempo a freguesia assistiu à representação de “A Rosa do Adro” ou “Os Fidalgos da Casa Mourisca”, entre muitas outras peças de teatro. Ambas as peças acabadas de referir foram apresentadas publicamente na antiga azenha de Barcos.

Sabe-se que foi seu encenador o Sr. Padre Manuel Peixoto Martins. Como actores podemos nomear Acácio Araújo, Albertina Carvalho, Amadeu, Euclides Ferreira de Lima, José Vaz, Luís Araújo Barradas, Luís de Lima, Maria Amélia Araújo e Rafael Araújo, barquenses que se dedicaram à Cultura e que jamais poderão ser apagados da história do Teatro Amador no Concelho de Tabuaço e para os quais pedimos uma salva de palmas.

Procedeu-se depois à chamada ao palco do homenageado presente, Euclides Ferreira Lima, tendo cabido a Diaquino Soares e a Maura Proença a entrega da lembrança que o TEATRAÇO produziu para perpetuar este momento de homenagem do fundo do coração. O homenageado, Euclides Ferreira Lima, usou depois da palavra para agradecer este tributo.


(Euclides Ferreira Lima a discursar)

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Longa

Corria o ano de 1944, quando, na freguesia de Longa, surgiu um grupo de pessoas dispostas a fazer teatro. Teatro Amador, por amor à Cultura e à sua Terra. Os tempos eram outros, não havia grandes fontes de distracção e as pessoas, embora com vidas duras, dedicadas à lida no campo, arranjavam tempo para decorar papéis, fazer vestuários e distrair a população.

Em Longa há registo, pelo menos nesta época, de duas peças teatrais: “O Garoto de Rua” e “O Gato e a Pombinha”. As peças eram apresentadas numa casa particular onde, aliás, também funcionava na época a escola Primária. Foram encenadores Monsenhor Germano José Lopes, então pároco de Longa, D. Ana Lopes e D. Maria Isabel Lopes Teixeira. Respigamos como actores para este período: Henriqueta Lara, Horácio Nunes Gouveia, Justino Silva, Luzia Moreira, Maria José Nunes Sousa, Maria Piedade Costa Silva e Marília Silva Tojal, que merecem ser recordados e assinalados e para os quais o TEATRAÇO pede uma salva de palmas pela dedicação ao Teatro Amador.

Entretanto, em 1978, Longa viu surgir o Teatro de Revista. Foram encenadores Jorge Teixeira e Ana Maria Cardoso. Do Teatro de Revista de Longa temos conhecimento dos seguintes actores: Agostinho Simões, Albertina Sousa, Alzira Teixeira, António Sousa, Carlos Alberto Moreira, Henriqueta Simões, Jorge de Sousa Almeida, José Luís Lopes, Matilde Simões, Paulo Mendes, São Neves e Vítor Mendes, para os quais pedimos também o aplauso pelo seu empreendedorismo numa época em que os portugueses começaram a habituar-se a respirar a Liberdade.

Tendo sido chamados ao palco os homenageados presentes, Horácio Nunes Gouveia, Jorge de Sousa Almeida e José Luís Lopes, foi depois entregue a lembrança a Horácio Nunes Gouveia por Gustavo Monteiro de Almeida, enquanto Leandro Gonçalves, Raquel Borges e Liliana Matos entregaram a mesma a Jorge de Sousa Almeida e Diana Silva, Mafalda Osório e Sandra Rodrigues entregaram-na a José Luís Lopes, que, por seu turno, usou da palavra para agradecer em nome dos homenageados.

(José Luís Lopes a agradecer em nome dos antigos actores longuenses)


(Jorge de Sousa Almeida e actores do TEATRAÇO)


(Horácio Nunes Gouveia e Gustavo Monteiro de Almeida)

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Valença do Douro

Foi no ano de 1939 que surgiu o Teatro Amador na freguesia de Valença do Douro. Permanece na memória das pessoas, fonte inigualável da pesquisa feita pelo TEATRAÇO, a representação das peças teatrais: “Fome e honra”, “Duas Gatas no Telhado”, “Os milagres da Serra”, “Erro Judicial”, “O Fratricida”, “Dois Mortos Vivos”, “O Turríbio”, “Chá das Cinco”, “Julgamento de Um Crime”, “Paixão de Cristo” e “Ressonar sem Dormir”. As primeiras peças foram apresentadas e representadas no Terreiro da Casa Cimeira. Mais tarde, começaram a ser representadas no Salão Paroquial. Foram ao longo dos tempos encenadores nesta freguesia: Herculano Lima Almeida, Padre Hermínio José Proença, Eng.ª Albertina Monteiro e Joaquim Costa Guimarães.

Dedicaram-se ao Teatro como Actores: Acácio Meireles, Adalberto Costa Santos, Adosinda Veiga, Alexandra Isabel Gomes Correia, Alfredo Meireles, António Guimarães, António Ramos, Aristides Meireles, Armando Guedes, Artur Nogueira, Carlos Martins, Céu Pinheiro, Domingos Pinto Ramos, Eugénio Carlos Gomes, Fernando Augusto, Fernando Pinto, Francisco Veiga, Henrique Nogueira, Joaquim Costa Guimarães, Jorge Martins, José Manuel Rodrigues, José Maria Monteiro, Lídia Pinheiro, Manuel Meireles, Marcelo Monteiro, Maria do Céu Rocha, Maria Helena Guimarães, Maria Luz Meireles, Maria Natividade, Paula Ribeiro, Rosa de Deus Alves, Sacramento, Serafim Guedes.

Criado o Grupo Cénico em 1939, vieram depois a surgir também a Tuna, o Teatro de Fantoches e, mais recentemente, o Grupo de Bombos “Os Rabelos”, que costuma organizar as representações da Paixão de Cristo na Semana Santa. Para todos o TEATRAÇO pede uma ovação.

Foram então chamados ao palco os homenageados presentes: Alexandra Isabel Gomes Correia, Alfredo Meireles, Artur Nogueira, Carlos Martins, Domingos Pinto Ramos, Eugénio Carlos Gomes, Fernando Augusto, Joaquim Costa Guimarães, Jorge Martins, José Manuel Rodrigues, Marcelo Monteiro e Paula Ribeiro, a quem a sua conterrânea Maria José Teles Paulo de Carvalho entregou as lembranças.


(antigos actores valencianos)


(antigos actores valencianos)


(entrega das lembranças aos antigos actores valencianos por Maria José Teles Paulo de Carvalho)


(antigos actores valencianos)


Seguiu-se depois um breve e eloquente discurso de agradecimento por parte de Joaquim Costa Guimarães em nome dos actores valencianos.


(Joaquim Costa Guimarães a discursar)

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Tabuaço

Embora haja registos que datam de 1913, o início da actividade do teatro amador em Tabuaço começou na década de 1940. Da memória das fontes consultadas pelo TEATRAÇO, conseguimos apurar as peças “Respigos”, “O Pinto Calçudo” e a peça infantil “As três Pedrinhas de Sal”.

Foram encenadores no Teatro Luís de Freitas: Armando Ramos Leandro e Odete do Vale. A orquestração esteve a cargo do saudoso Reverendo Pe. Abel Ferreira Alves e os figurinos foram produzidos pelas habilidosas mãos de Adosinda Barradas e Reisinanda Abreu. Foram actores: Alfredo Lacerda, Amabilina Benfeito, António Abreu Barradas, António Soeiro Costa, Auxiliadora Passos, Betoi Soeiro, Celeste Ribeiro, Conceição (não temos informação do sobrenome), Eulália Pereira, Fátima Benfeito, Fausto Barradas, Guilherme Pinto, Iolanda Rebelo, José Almeida Aguiar, José Guilherme Macedo Fernandes, José do Vale, Lisete Paixão, Luís Espinhaço, Manuel Maria Abreu, Maria (não temos informação do sobrenome), Maria Adelaide Barradas Rebelo, Maria Amélia Tobias, Maria Teresa, Minita Valverde, Regina Barradas, Rosa Abreu, Rosa Maria, Rui Lemos, Teresa Baptista, Teresa Lacerda, Tininha Neves e Tonai.

Todas estas pessoas, muitas felizmente ainda entre nós, contribuíram para o desenvolvimento cultural de Tabuaço. O seu esforço e dedicação devem, no nosso entender, ser reconhecidos não só pelo acto em si mas porque fizeram Teatro Amador em tempos difíceis, em momentos em que as circunstâncias económicas, políticas e sociais não eram as mais favoráveis. A todos eles, que nos deixaram este legado e uma herança cultural extremamente rica, o nosso bem-haja com o pedido de uma salva de palmas.

Seguiu-se a chamada ao palco dos homenageados presentes: Amabilina Benfeito, Amélia Tobias, Auxiliadora Passos, Celestina Vaz Neves, Diamantino Fonseca Benfeito, Iolanda Rebelo, José Francisco Passos, José Guilherme Macedo Fernandes, Manuel Maria Abreu, Minita Valverde, Reisinanda Abreu, Rosa Abreu e Rui Lemos.


(antigos actores tabuacenses ao serem chamados ao palco)


(antigos actores tabuacenses)

A entrega das lembranças operou-se da seguinte forma: Manuela Benfeito Martins e Cláudia Benfeito Martins a sua mãe Amabilina Benfeito; Maria de Lurdes Araújo a Manuel Maria Abreu e Reisinanda Abreu; Filomena Resende a Celestina Vaz Neves e Diamantino Fonseca Benfeito; Susana Pires a Iolanda Rebelo; Rui Araújo a Rui Lemos, Auxiliadora Passos e José Francisco Passos; Liliana Cardoso a Minita Valverde; Marlene do Monte a Amélia Tobias e Rosa Abreu e Gustavo de Almeida a José Guilherme Macedo Fernandes.


(antigos actores tabuacenses)


(entrega das lembranças por Filomena Resende)


(antigos actores tabuacenses)

Usou depois da palavra José Guilherme Macedo Fernandes que além de brindar todos os presentes com momentos de poesia, levou ao público à euforia ao cantar e representar alguns excertos de peças de antanho.


(José Guilherme Macedo Fernandes a discursar em nome dos antigos actores tabuacenses)


(homenageados e actores do TEATRAÇO)


(homenageados durante a récita de José Macedo Fernandes)


(José Guilherme Macedo Fernandes)


Armando Ramos Leandro, encenador no Teatro Luís de Freitas
(homenagem póstuma)

Armando Ramos Leandro era natural de Sátão. Através da carreira que desenvolveu ao longo da sua vida ascendeu a Escrivão e depois a Chefe da Secretaria do Tribunal da Comarca de Tabuaço, tendo ainda servido nas comarcas de concelhos dos arredores. Foi casado com D. Amália, distinta professora do ensino primário neste concelho, sempre muito respeitada e acarinhada pela população.

Armando Ramos Leandro, apesar de ter exercido uma actividade profissional séria e que impunha algum respeito e distanciamento, sempre foi um grande entusiasta do teatro, das artes, e, por essa via, conseguiu ser, para a sua época, um grande encenador, cuja trabalho foi muito apreciado e do qual os tabuacenses guardam saudosa memória e nos levam a prestar a homenagem que hoje aqui lhe fazemos com todo o direito. Uma forte ovação para este tabuacense do coração.

Seguiu-se a entrega da lembrança ao filho do homenageado, o Juiz Conselheiro Armando Gomes Leandro, pelo actor e encenador Beto Coville. Armando Gomes Leandro usou da palavra para agradecer esta homenagem e enfatizar e incentivar o trabalho que o TEATRAÇO tem vindo a desenvolver.


(Armando Gomes Leandro no uso da palavra)


(Armando Gomes Leandro)


Luiz Coville,
actor e encenador do TEATRAÇO – Grupo de Teatro Amador de Tabuaço

O TEATRAÇO gostaria de homenagear o Dr. Luiz Coville, nosso director e encenador, pela sua dedicação ao grupo. Todos temos consciência da importância dele no TEATRAÇO. Sem o “Beto Coville”, como é conhecido no meio artístico, e Dr. Luiz, como carinhosamente o tratamos, o grupo não poderia sequer existir. Daí a nossa pública homenagem.

Foi um momento inesperado para o encenador, pois não constava do programa, o que mereceu estrondosa ovação por parte da plateia, tendo a lembrança sido entregue a Beto Coville por Manuela Martins.


(Beto Coville e Gustavo Monteiro de Almeida)


Bruno Silva e António Oliveira, cenógrafos do TEATRAÇO

Afincadamente têm-se dedicado à construção dos nossos cenários. O Bruno construiu todos os cenários das peças do TEATRAÇO e, agora, o António juntou-se à equipa para a peça Hotel de Livre Câmbio. Falamos de duas pessoas que retiram tempo e dedicação à sua família, aos seus amigos e à sua vida social para, todos os dias, pela noite dentro, planearem e construírem os nossos cenários, sob orientação directa do encenador. Sem eles também este grupo de teatro não poderia ser e estar tão bem visto e considerado, quer em Tabuaço quer pelos locais por onde temos passado. Aqui fica a nossa simples homenagem.

A lembrança foi entregue ao Bruno Silva por Beto Coville. António Oliveira, infelizmente, não pode estar presente por motivos profissionais.


Comerciantes, empresários e produtores do concelho de Tabuaço

O TEATRAÇO prestou o seu agradecimento aos comerciantes, empresários e produtores tabuacenses pelo facto de, em cada deslocação que faz a várias regiões do país, contribuírem com produtos locais, cujo valor de venda tem vindo a reverter a favor desta Associação.

Foi chamado ao palco o Dr. José Manuel Amaral, enquanto presidente Associação Comercial e Industrial do Concelho de Tabuaço, para receber uma lembrança deste momento, a qual foi entregue por Rui Araújo.


Centro de Promoção Social de Tabuaço

O TEATRAÇO agradeceu, também, à Direcção do Centro de Promoção Social de Tabuaço pela cedência deste tão importante espaço de civilização e cultura.

Foi chamado ao palco o Sr. Manuel Costa, para, em representação da sua direcção, receber uma lembrança do TEATRAÇO e que foi entregue por Milú Araújo.


Dr. João Joaquim Saraiva Ribeiro,
Presidente da Câmara Municipal de Tabuaço

Por último, mas não menos importante e em sinal de profundo agradecimento por todo o apoio que a Câmara Municipal de Tabuaço tem prestado em todas as actividades do TEATRAÇO, foi chamado Beto Coville para entregar uma lembrança ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Tabuaço, pedindo à plateia uma salva de palmas.


(Dr. João Ribeiro, Presidente da Câmara Municipal de Tabuaço)

O Senhor Presidente da Câmara Municipal de Tabuaço usou depois da palavra para agradecer, relembrando momentos da vida cultural nas freguesias do concelho e deixando algumas palavras de incentivo para o futuro.


Conclusão

Depois de concluída a cerimónia, provavelmente um dos momentos simbólicos mais importantes da cultura tabuacense nos últimos anos, foi servido no Foyer um Porto de Honra.


Textos: TEATRAÇO / Gustavo Monteiro de Almeida

Fotos: gentilmente cedidas por Isabel Neves

5 Comentários:

Anonymous Lilibit Comentou...

Nice! ;)
Beijokas primaço

24 agosto, 2010 11:17  
Blogger José Guilherme Macedo Fernandes Comentou...

Bom trabalho. Pela parte que me toca, bem-haja.
Um abraço.
José Guilherme Macedo Fernandes

28 agosto, 2010 16:31  
Anonymous Geert Comentou...

Hola, mentiones al padre Abel Ferreira Alves.
Estoy buscando foto para su pagina http://www.avemariasongs.org/aves/F/Ferrreira_Alves.htm

Podrias ayudarme?

E0correo en bajo de la pagina

Gracias.
Geert

17 outubro, 2010 21:59  
Anonymous Geert Comentou...

www.avemariasongs.org/aves/F/Ferrreira_Alves.htm

17 outubro, 2010 22:01  
Blogger Gustavo Monteiro de Almeida Comentou...

Hola, Geert. Si, tengo una foto del Padre Abel Ferreira Alves. Para que e-mail puedo enviar-la?
Grazias por la curiosidad e pela divulgacion de su obra.

18 outubro, 2010 23:02  

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